BOA CONSCIÊNCIA
Todos temos uma boa consciência que nos alerta para o que é certo e errado. Há quem diga que a consciência é a voz de Deus na alma humana. Para outros são os olhos da alma, voltados para Deus. Deveria ser assim, mas nem sempre é, e quando não vivemos com Deus, a consciência não tem em que se basear e pode enganar-nos. Ela depende de quem a alimenta, e se entregarmos a Deus, então, sim, Ele a usará para nos orientar, e é importante prestarmos atenção a ela. Entretanto, somos sempre tentados a fazer só o que desejamos e não aquilo que a consciência nos aponta. Às vezes falamos mal de alguém e a consciência nos acusa; outras vezes apropriamo-nos de algo que não nos pertence, e novamente a consciência grita. Assim, quanto mais não atendermos a voz da consciência, mais nos distanciaremos da vontade de Deus. Quando desprezamos a boa consciência, acabamos cauterizando-a, como diz a bíblia (1Tm 4.2), e o resultado de uma consciência cauterizada (queimada) é o naufrágio na fé. "...mantendo a fé e a boa consciência que alguns rejeitaram, e por isso naufragaram na fé" (1Tm 1.19). É por isso também que Tiago diz que "Quem sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado" (Tg4.17). Portanto, fique sensível à voz da consciência. Mantenha a sua consciência sempre sensível e aberta à vontade de Deus. Toda vez que surgir a questão: "Será que devo ou não fazer isto?" É bom que não faça! se fizer, já poderá estar no caminho errado! Quando a consciência fala, o sinal vermelho já acendeu; Não questione, discuta ou racionalize: pare antes que seja tarde demais, para não naufragar na fé.
É necessário viver de modo que a nossa sintonia com Deus esteja sempre bem ajustada, afim de que em cada circunstância possamos entender de imediato "Qual seja boa, agradável e perfeita vontade de Deus"
(Rm 12.2)
(Rm 12.2)

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